30 janeiro 2012

Descortinar


Avistar e descobrir o longe enquadrado a minha a janela
Revelar ao olhar o prazer da descoberta
Descortinar o palco nu é conhecer
Despertar a subjetividade para alimentar a alma.
Apegar-se a realidade que descortina
É ser a própria essência
O translúcido que permite a luz navegar.
Do magenta e do azul
Transformei-me em violeta.
Puxar a cortina do pensamento e deixar a esperança entrar
Descortinar o véu
Desbravar o céu
Ousar voar
Enfeitar a janela com violetas e deixar irradiar.
(.)