És à noite aqui me acolhendo
Abraça forte a esmagar
Em volta a brisa suave a acompanhar
A luz do abajur ilumina um meio rosto
Que o outro pertencer à escuridão...
Em sombra posso me ver.
Ser incógnita instiga saber procurar
Desvendar os mistérios que flutuam a minha sombra
Sou maior do que posso ver.
Estou a resolver a equação que paira a vida
Em desconhecido...
Fico aqui a esperar
É manhã!
(.)