Mãos sujas de tintas que escorrem pela roupa, atinge os cabelos e se desenha no corpo de pele pálida e clara. O papel ganha cor, a artista ganha vida. E ambos deslizam,suavemente, na poesia calada, que grita quando se sente. Mistura proza, tom e arte, acompanhada de uma xícara de café. As noites mal dormidas são preenchidas pelo silêncio quebrado ao riscar do lápis. O pincel acalma o papel ferido pelo grafite, a tinta cura e seca. Simbiose perfeita...
(.)