Rasga a roupa como se tivesse rasgado a carne nua em sangue. A mão que percorre o corpo, aquece e revela. Pousa sobre o toque que acolhe e preenche os vazios, sem ar. Dorme um sono profundo na tentativa de fugir e abafar a dor. Bebe a saliva fresca que pinga na língua... Engole. Silêncio pra respirar o abafado que sufoca... Entope. Rir profundo uma gargalhada sombria com medo de calar... Escancara. Sobra preto no branco das negativas memórias... Angustiadas.
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