25 junho 2013

Inquieta


Infinitos universos inferiores... O ser previsível em sua infinita vontade de mudar. Recompor o corpo que caminha em corda bamba do destino concreto... Ar pra respirar com todo o verde da respiração das árvores... Suor da brisa leve do mar... Leveza de pensamentos. Suspiros sufocantes da vontade de expressar o grito forte que arranha a garganta... Entope as palavras, permanece a vontade de dizer... Simplesmente. O amor abraça as esquinas, o vento varre as esperanças dos jovens perdidos pelas ruas... Caos na contra mão de todo esse vai e vem, de gente que insiste em ser invisível para o outro que dorme pelas calçadas... Culpa. Dor. Repúdio inquieto que alimenta mentes vazias. Sonhos jogados em latas de lixo ,que esperam a mão que os colha, esfomeada. É tanto deslize em fazer nada,  menos nada, igual a nada. É caminhar no meio de tanta loucura e ainda assim encontrar alguém que te transborde...



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